Seminário Dzyon – Bloco K

No mês de setembro (dias 22 e 27) realizamos 2 seminários do Dzyon Show Room. O tema abordado foi o bloco K: uma obrigação que deverá ser entregue por algumas empresas junto ao Sped Fiscal a partir de dezembro de 2016.

Com grande procura, teremos um novo encontro sobre o assunto no dia 11/10, já com as vagas esgotadas.

Apresentamos aos clientes e parceiros os pontos cruciais para o sucesso na entrega da nova obrigação. Foram esclarecidas ou discutidas dúvidas sobre dados a serem entregues, as funcionalidades do Dzyon do Bloco K.

Uma informação importante é que todas as empresas devem ter consciência de que, para o sucesso na entrega da obrigação, outros setores da empresa terão participação também. Antes, a responsabilidade era somente dos colaboradores da área fiscal/contábil. Com o bloco K batendo na porta, setores que trabalham com o estoque e produção devem fornecer informações para a entrega.  Ou seja, agora não depende somente da área fiscal.

O evento foi um sucesso! Clientes e colaborados felizes, com ideias renovadas!

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Agradecemos a todos que compareceram.

 

 

 

Se você ainda não participou de nenhum evento Dzyon, fique atento aos nossos e-mails de divulgação.

 

 

Esperamos vocês nos próximos seminários!

Alterações no SPED Fiscal para Janeiro de 2017

Principais alterações no Guia Prático da EFD-ICMS/IPI – versão 2.0.19– 02/05/2016

1. Bloco K: inclusão dos Registros K210, K215, K260, K265, K270, K275 e K280, válidos a partir de janeiro de 2017

2. Registro E300: alterada regra de ocorrência para 1:N

3. Registro 0200: incluído o Campo 13 CEST, a partir de janeiro/2017  (e não E200 como informado no Guia Prático)

4. Registro 1400: alterada instrução de preenchimento do Campo 04 (VALOR)

5. Incluído o Campo CHV_DOCe nos Registros C113, E113, E240, 1210 e 1923, a partir de janeiro/2017

6. Registro E310: incluído novo leiaute válido a partir de 01/01/2017.

7. Registro C176: incluídos campos 10 a 26, a partir de janeiro/2017 (preenchimento de acordo com as regras da UF do domicílio do contribuinte).

8. Registro C170: Alterada a redação das instruções de preenchimento dos campos 05 e 06

9. Registro K220: alterada orientação de preenchimento em razão da inclusão dos Registros K210 e K215

10. Registros K230, K235, K250 e K255: alterada orientação de preenchimento em razão da inclusão dos novos registros no Bloco K

 

Publicação Ato Cotepe nº 07 de 16 de maio de 2016

Publicado em 16/05/2016

Publicado Ato COTEPE 07/2016, alterando o Ato COTEPE ICMS 09/08, que dispõe sobre as especificações técnicas para a geração de arquivos da Escrituração Fiscal Digital – EFD ICMS IPI

Foi publicado, no Diário Oficial da União, o Ato Cotepe 07/2016, que trata de alterações no leiaute do Bloco K e do Registro E300 e filhos, visando simplificar a prestação das informações.

O novo leiaute será válido a partir de janeiro de 2017. Com isso, informamos:

a)  O Guia Prático 2.0.19 já está disponível para download.

b) O “Perguntas Frequentes” está em atualização e a nova versão estará disponível em breve.

c) A nova versão PVA será disponibilizada com a devida antecedência, para que os contribuintes tenham o prazo de adaptação necessário.

Fonte: http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/1985

Novo prazo para entrega da ECF 2016, exercício 2015

Receita Federal altera novamente o prazo de entrega da ECF 2016, exercício 2015. O arquivo magnético deve ser entregue até o último dia útil do mês de julho do ano seguinte ao ano-calendário.

A entrega da ECD não se altera, permanecendo o prazo até o último dia útil de maio.

A Dzyon possui as ferramentas e serviços completos para atender essa obrigatoriedade. Além disso, o software pode ser integrado a qualquer ERP, compartilhando as informações, garantindo a confiabilidade dos dados e dando dinamismo na apuração dos impostos e geração dos arquivos. Saiba mais em http://dzyon.com/br/serv_ecf.php

Não deixe de nos contactar e garantir o cumprimento da legislação, de forma transparente e automatizada.

 

INSTRUÇÃO NORMATIVA No – 1.633, DE 3 DE MAIO DE 2016

Altera a Instrução Normativa RFB no – 1.422, de 19 de dezembro de 2013, que dispõe sobre a Escrituração Contábil Fiscal (ECF).

O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos III e XXVI do art. 280 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF no – 203, de 14 de maio de 2012, e tendo em vista o disposto no art. 16 da Lei no – 9.779, de 19 de janeiro de 1999, resolve:

Art. 1o – O art. 3o – da Instrução Normativa RFB no – 1.422, de 19 de dezembro de 2013, passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 3o – A ECF será transmitida anualmente ao Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) até o último dia útil do mês de julho do ano seguinte ao ano-calendário a que se refira.

Primeiro Seminário Dzyon ECF/ECD 2016

Como você sabe, o Leão anda apressado. Este ano, a Receita antecipou a entrega do Sped Contábil e da ECF, obrigações de alta complexidade e com riscos reais de multas e outras dores de cabeça. Para ajudar nossos clientes a não correr riscos, criamos uma força tarefa que já começou a agir.

No dia 14 de abril, realizamos o primeiro Seminário Dzyon ECF/ECD, visando a capacitação de gerentes de Projeto, usuários Fiscal e Contábil, Contadores e Administradores para tirar o máximo dos sistemas Dzyon.

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As vagas eram limitadas e por isso, nem todos os clientes puderam participar. Mas já estamos providenciando novas datas. Fiquem atentos!

A todos que compareceram nesse primeiro encontro, muito obrigado! Ficamos muito felizes em recebê-los em nossa casa!

 

CÓDIGO ESPECIFICADOR DA SUBSTITUIÇÃO TRIBUTARIA – CEST

Entra em vigor em 01/01/2016, parte do convênio ICMS 92/15 que estabelece a sistemática de uniformização e identificação das mercadorias e bens passíveis de sujeição aos regimes de substituição tributária e de antecipação de recolhimento do ICMS com o encerramento de tributação, relativos às operações subsequentes para todos os contribuintes do ICMS, optantes ou Simples Nacional.

A partir de 01/04/2016, nas operações com mercadorias ou bens listados nos Anexos II a XXIX deste convênio, o contribuinte deverá mencionar o respectivo CEST no documento fiscal que acobertar a operação, ainda que a operação, mercadoria ou bem não estejam sujeitos aos regimes de substituição tributária ou de antecipação do recolhimento do imposto.

O AJUSTE SINIEF 12, DE 4 DE DEZEMBRO DE 2015  institui a Declaração de Substituição Tributária, Diferencial de Alíquota e Antecipação – DeSTDA, a ser apresentada mensalmente pelos contribuintes a partir de 01/01/2016 as empresa Optantes pelo Simples Nacional

A emenda constituicional 87/15 informa que:
–  nas operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final, contribuinte ou não do imposto, localizado em outro Estado, adotar-se-á a alíquota interestadual e caberá ao Estado de localização do destinatário o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna do Estado destinatário e a alíquota interestadual

– a responsabilidade pelo recolhimento do imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual de que trata o inciso VII será atribuída:

a) ao destinatário, quando este for contribuinte do imposto;

b) ao remetente, quando o destinatário não for contribuinte do imposto;

– no caso de operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final não contribuinte localizado em outro Estado, o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual será partilhado entre os Estados de origem e de destino, na seguinte proporção:

I – para o ano de 2015: 20% (vinte por cento) para o Estado de destino e 80% (oitenta por cento) para o Estado de origem;

II – para o ano de 2016: 40% (quarenta por cento) para o Estado de destino e 60% (sessenta por cento) para o Estado de origem;

III – para o ano de 2017: 60% (sessenta por cento) para o Estado de destino e 40% (quarenta por cento) para o Estado de origem;

IV – para o ano de 2018: 80% (oitenta por cento) para o Estado de destino e 20% (vinte por cento) para o Estado de origem;

V – a partir do ano de 2019: 100% (cem por cento) para o Estado de destino.”
A partir de 01/01/2016 baseado na nota tecnica NFe 2015.003 v1.50 dados referentes ao diferencial de alíquota, FECP e partilha deverão ser informados na NF-e.

https://www.confaz.fazenda.gov.br/legislacao/convenios/convenio-icms/2015/convenios-icms-92-15
https://www.confaz.fazenda.gov.br/legislacao/ajustes/2015/ajuste-sinief-12-15
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc87.htm
http://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/listaConteudo.aspx?tipoConteudo=tW+YMyk/50s=

Deliberações do CONFAZ estendem prazos e simplificam gestão tributária

confazAtenção contribuinte: deliberações do CONFAZ estendem prazos e simplificam gestão tributária
Representantes do Conselho se reuniram nesta sexta-feira, 11, em Maceió, Alagoas

Três deliberações do Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ), reunido nesta sexta-feira, 11, em Maceió (AL), estendem prazos ou simplificam a gestão tributária de contribuintes.  Veja:

1.      Novo código para mercadorias sujeitas à Substituição Tributária

Foi prorrogado para 1º de abril o prazo de exigência do Código Especificador da Substituição Tributária – CEST, previsto no Convênio ICMS 92/15. O prazo anterior era 1º de janeiro.

2.      Bloco K

Foi prorrogado para 1º de janeiro de 2017 a exigência do bloco K, obrigação acessória de entrega do registro eletrônico do controle de estoque.

3.      Base Única para DIFA de vendas não presenciais

Novo convênio do CONFAZ altera o convênio ICMS 93/2015, definindo a utilização de base de cálculo única para o diferencial de alíquota (DIFA) em operações interestaduais para vendas não presenciais (e-commerce, telefone). A decisão simplifica a gestão tributária dos contribuintes e foi defendida por Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.

Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado da Fazenda de Santa Catarina

Aline Cabral Vaz – avaz@sef.sc.gov.br (48) 3665-2575
Cléia Schmitz – cschmitz@sef.sc.gov.br (48) 3665-2572
Sarah Goulart – sgoulart@sef.sc.gov.br (48) 3665-2504
Rosane Felthaus – rosanef@sef.sc.gov.br (48) 3665-3506

Receita Federal altera prazo de entrega da ECD e ECF 2016, exercício 2015

sped-ecf

Receita federal altera prazo de entrega da ECF 2016, exercício 2015. O arquivo magnético deve ser entregue até o último dia útil do mês de junho do ano seguinte ao ano-calendário.

Devido à essa mudança, as empresas também terão um mês a menos de preparo para a entrega do SPED Contábil em 2016, que foi antecipado para o último dia útil do mês de maio do ano seguinte ao ano-calendário.

A entrega da ECF 2015 foi um sucesso para os clientes da Dzyon. E estamos totalmente à disposição para trabalhar em conjunto, orientar, e fazer de tudo para que a entrega de 2016 também seja tranquila, rápida e consistente. Mas além disso, queremos que esse projeto não só atenda a legislação, como também seja útil para dinamizar os processos, analisar os negócios, os números, sempre de forma transparente, integrada e em tempo real.

Instrução normativa na íntegra

ECF: http://normas.receita.fazenda.gov.br/sijut2consulta/link.action?visao=anotado&idAto=69969

ECD: http://normas.receita.fazenda.gov.br/sijut2consulta/link.action?visao=anotado&idAto=69968

 

INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1595, DE 01 DE DEZEMBRO DE 2015

(Publicado(a) no DOU de 03/12/2015, seção 1, pág. 16)

Altera a Instrução Normativa RFB nº 1.422, de 19 de dezembro de 2013, que dispõe sobre a Escrituração Contábil Fiscal (ECF).

O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos III e XXVI do art. 280 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 203, de 14 de maio de 2012, e tendo em vista o disposto no art. 16 da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999,

RESOLVE:

Art. 1º Os arts. 2º e 3º da Instrução Normativa RFB nº 1.422, de 19 de dezembro de 2013, passam a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 2º ………………………………………………………………………..

………………………………………………………………………………………

VIII – à apresentação do Demonstrativo de Livro Caixa, a partir do ano-calendário 2016, para as pessoas jurídicas optantes pela sistemática do lucro presumido que se utilizem da prerrogativa prevista no parágrafo único do art. 45 da Lei nº 8.981, de 20 de janeiro 1995, e cuja receita bruta no ano seja superior a R$ 1.200.000,00 (um milhão e duzentos mil reais), ou proporcionalmente ao período a que se refere.” (NR)

“Art. 3º A ECF será transmitida anualmente ao Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) até o último dia útil do mês de junho do ano seguinte ao ano-calendário a que se refira.

………………………………………………………………………………………

§ 4º Nos casos de extinção, cisão parcial, cisão total, fusão ou incorporação, ocorridos de janeiro a maio do ano-calendário, o prazo de que trata o § 2º será até o último dia útil do mês de junho do referido ano, mesmo prazo da ECF para situações normais relativas ao ano-calendário anterior.

……………………………………………………………………………” (NR)

Art. 2º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.

Art. 3º Fica revogado o inciso IV do § 2º do art. 1º da Instrução Normativa RFB nº 1.422, de 19 de dezembro de 2013.

JORGE ANTONIO DEHER RACHID

 

INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1594, DE 01 DE DEZEMBRO DE 2015

(Publicado(a) no DOU de 03/12/2015, seção 1, pág. 16)

Altera a Instrução Normativa RFB nº 1.420, de 19 de dezembro de 2013, que dispõe sobre a Escrituração Contábil Digital (ECD).

O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos III e XXVI do art. 280 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 203, de 14 de maio de 2012, e tendo em vista o disposto no art. 16 da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999,

RESOLVE:

Art. 1º Os arts. 3º e 5º da Instrução Normativa RFB nº 1.420, de 19 de dezembro de 2013, passam a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 3º ………………………………………………………………………..

………………………………………………………………………………………

§ 3º A obrigatoriedade a que se refere este artigo e o art. 3º-A não se aplica:

I – às pessoas jurídicas optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional), de que trata a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006;

II – aos órgãos públicos, às autarquias e às fundações públicas; e

III – às pessoas jurídicas inativas de que trata a Instrução Normativa RFB nº 1.536, de 22 de dezembro de 2014.

……………………………………………………………………………………..

§ 6º A obrigatoriedade prevista nos incisos III e IV do caput aplica-se em relação aos fatos contábeis ocorridos até 31 de dezembro de 2015.” (NR)

“Art. 5º A ECD será transmitida anualmente ao Sped até o último dia útil do mês de maio do ano seguinte ao ano-calendário a que se refira a escrituração.

………………………………………………………………………………………

§ 4º Nos casos de extinção, cisão parcial, cisão total, fusão ou incorporação, ocorridos de janeiro a abril, o prazo de que trata o § 1º será até o último dia útil do mês de maio do ano de ocorrência.

……………………………………………………………………………” (NR)

Art. 2º A Instrução Normativa RFB nº 1.420, de 2013, passa a vigorar acrescida do art. 3º-A, com a seguinte redação:

“Art. 3º-A Ficam obrigadas a adotar a ECD, nos termos do art. 2º do Decreto nº 6.022, de 2007, em relação aos fatos contábeis ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2016:

I – as pessoas jurídicas imunes e isentas obrigadas a manter escrituração contábil, nos termos da alínea “c” do § 2º do art. 12 e do § 3º do art. 15, ambos da Lei nº 9.532, de 10 de dezembro de 1997, que no ano-calendário, ou proporcional ao período a que se refere:

a) apurarem Contribuição para o PIS/Pasep, Cofins, Contribuição Previdenciária incidente sobre a Receita de que tratam os arts. 7º a 9º da Lei nº 12.546, de 14 de dezembro de 2011, e Contribuição incidente sobre a Folha de Salários, cuja soma seja superior a R$ 10.000,00 (dez mil reais); ou

b) auferirem receitas, doações, incentivos, subvenções, contribuições, auxílios, convênios e ingressos assemelhados, cuja soma seja superior a R$ 1.200.000,00 (um milhão e duzentos mil reais); e

II – as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro presumido que não se utilizem da prerrogativa prevista no parágrafo único do art. 45 da Lei nº 8.981, de 1995.

Parágrafo único. As Sociedades em Conta de Participação (SCP) enquadradas nas hipóteses previstas nos incisos I e II do caput deste artigo e nos incisos I e II do caput do art. 3º devem apresentar a ECD como livros próprios ou livros auxiliares do sócio ostensivo, ressalvado o disposto no § 6º do art. 3º.”

Art. 3º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.

JORGE ANTONIO DEHER RACHID

Sucesso no Sped Contábil 2015

Desde o início de 2010, todas as empresas brasileiras com regime de tributação Lucro Real são obrigadas a entregar o SPED Contábil, que nada mais é que a substituição dos tradicionais livros de escrituração mercantil em papel por equivalentes digitais capazes de transmitir pela Internet à Receita Federal todos os dados referentes à contabilidade das companhias. O objetivo é facilitar o envio de informações e tornar todo o processo muito mais rápido e transparente.

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E mais uma vez, graças ao trabalho em conjunto dos nossos queridos clientes com a equipe de consultores e suporte técnico da Dzyon, todos que utilizam o módulo Contábil do Dzyon ERP enviaram seus dados no prazo, à Receita Federal.

Essa foi uma importante etapa conquistada, pois vai servir como base para o próximo projeto ECF, que deverá ser entregue pela primeira vez até setembro deste ano.

Agradecemos muito o empenho de todos, a colaboração e a harmonia para a realização desse trabalho. Feito assim, com tanta dedicação e amor de todos os lados, o resultado só poderia ser um: sucesso!

Essa é a nossa maior alegria!

Continuaremos na busca pela excelência nos serviços prestados, pois sabemos que sempre podemos melhorar e encantar nossos clientes.

takata-logo“Muito obrigada pelo comprometimento e dedicação na realização desses processos. Madrugadas e finais de semanas trabalhados incansavelmente e a realização com sucesso de um trabalho árduo foram agora coroados com êxito.
Parabéns a todos e nosso muito obrigada!!!!
Trabalho em equipe e com pessoas capazes e eficientes não tem preço.”
(Raquel Ap.Franco Baptista – Takata Brasil S/A)

faurecia_logo“Gostaríamos de agradecer a todos que contribuíram para o sucesso deste trabalho.”
(Margarete MELLO – Faurecia – Finance Shared Service Center)

johnson_controls-logo“Quero agradecer pelo apoio e profissionalismo que vocês nos deram nessa primeira Fase do Sped Contábil.
Muito obrigadaaaaa!! Agora vamos nos preparar para a Fase II – ECF!!”
(Andreia Santos – Johnson Controls Power Solutions)

ECF: Receita muda IR e CSLL de empresas. Sistema Dzyon antecipa solução

Embora só em julho de 2015 se dê a primeira entrega de dados da nova obrigação ECF, da Receita, as empresas devem desde já passar a coletar e organizar informações para satisfazer o Fisco. Isso se deve a uma particularidade da Escrituração Contábil Fiscal – ela é obrigatória a partir do atual “ano calendário”, isto é, se refere a negócios desenvolvidos pelas empresas em 2014.

A Dzyon S/A incluiu nos Módulos Contábil e Fiscal do Dzyon ERP aplicações que automatizam a geração dos arquivos ECF, e que afetam diretamente a forma de declaração de imposto de renda e de apuração de lucro das pessoas jurídicas.

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O ECF substitui a atual DIPJ e afeta a escrituração de livros fiscais (veja abaixo mais detalhes).

A mudança parece simples mas, na verdade, é bem complexa e pode acarretar dores de cabeça para as empresas.

 

 

Confira dicas para evitar problemas com essa nova exigência da Receita.

Para quem já é usuário Dzyon

  • Empresas que já utilizam o sistema de ERP da Dzyon ou apenas os módulos Fiscal e Contábil e estão com contrato de atualização vigente, têm atualização gratuita do software, incluindo as funcionalidades para gerar o ECF.
  • Por ser uma obrigação nova que inclui dados contábeis e fiscais, todos os clientes Dzyon terão de implementar novas configurações para receber essa carga de informação.
  • Importante: Os clientes terão de controlar o LALUR e o LACS pelo Dzyon ERP e fazer a apuração de IRPJ e CSSL com informações totalmente contidas no sistema. Atualmente parte dos usuários Dzyon ERP utiliza planilhas auxiliares para este controle, o que não mais será possível. Confira se sua empresa é uma delas e fale com a gente.
  • A Dzyon está oferecendo Consultoria na implantação, preparação de dados e preenchimento das novas obrigações tanto para quem já utiliza módulos Fiscal e Contábil quanto para empresas que ainda não os têm. Para mais informações, entre em contato pelo fone (11) 2663.2021 ou email vendas@dzyon.com, ou fique a vontade para falar também diretamente com seu consultor habitual.

Para quem não usa ERP Dzyon

  • Empresas que utilizam ERP de outros fornecedores do mercado podem usar os módulos Fiscal e Contábil Dzyon já com a aplicação para ECF, integrando com seus ERPs. O processo é muito simples e não afeta a forma de trabalho de seus funcionários com o atual ERP. Para mais informações a respeito, entre em contato pelo fone (11) 2663.2021 ou email vendas@dzyon.com 

 

O que muda com a ECF

Parte do Sped, a ECF não só substitui a atual DIPJ (Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica) como ainda exige preenchimento e controle, via validações, das partes A e B do Livro Eletrônico de Apuração do Lucro Real (e-Lalur) e do Livro Eletrônico de Apuração da Base de Cálculo da CSLL (e-Lacs). A mudança implica também em nova forma de preenchimento de fichas de informações econômicas e gerais das empresas.

A empresa deve gerar o arquivo ECF com recursos próprios. O arquivo será obrigatoriamente submetido ao programa gerador da ECF para validação de conteúdo, assinatura digital, transmissão e visualização.

São obrigadas ao preenchimento da ECF todas as pessoas jurídicas, inclusive imunes e isentas, tributadas por lucro real, lucro arbitrado ou lucro presumido. As únicas exceções são as empresas optantes pelo Simples Nacional, as autarquias, órgãos e fundações públicas, e PJs inativas segundo a Instrução Normativa RFB 1.306, de 27 de dezembro de 2012.

Novas empresas estão obrigadas a entregar o SPED Fiscal a partir de Outubro de 2013

SPED Fiscal – Novas empresas estão obrigadas a entregar o SPED Fiscal a partir de Outubro de 2013, no Estado de São Paulo

A Escrituração Fiscal Digital – EFD é um arquivo digital, que se constitui Sped
de um conjunto de escriturações de documentos fiscais e de outras
informações de interesse dos fiscos das unidades federadas e da Secretaria
da Receita Federal do Brasil, bem como de registros de apuração de impostos
referentes às operações e prestações praticadas pelo contribuinte.

Este arquivo deverá ser assinado digitalmente e transmitido, via Internet,
ao ambiente Sped.

De acordo com o Anexo V do Comunicado Deat – EFD No. 05/2012, mais uma lista de empresas passa a ser obrigada a entregar o Sped Fiscal a partir de Outubro de 2013.

Confira neste link se a sua empresa faz parte dessa lista:
https://www.fazenda.sp.gov.br/sped/obrigados/obrigados.asp

Centenas de clientes da Dzyon já estão em dia com o SPED Fiscal. Se sua empresa não foi relacionada nos Comunicados DEAT anteriores, é muito importante pesquisar se está nessa lista de Outubro/2013, pois o SPED Fiscal é uma obrigação extremamente complexa. Felizmente, a Dzyon tem as ferramentas ideais para tornar esse trabalho muito mais simples, rápido e tranquilo! Porém, é importante iniciar a validação o quanto antes, já que a entrega acontece sempre no dia 25 do mês subsequente ao período a que se refere o arquivo.

Qualquer dúvida, entre em contato conosco!